segunda-feira, 30 de maio de 2011
TAREFA 9 DA GINCANA
1. Vídeo legendado de Stefanye Myrelly
http://stefanye92.blogspot.com/2011/05/video-legenda-do-sobre-genetica_23.
2. Vídeo legendado de José Igor
http://igor-odont.blogspot.com/2011/05/blog-post.html
3 Vídeo legendado de Cícera Amanda
http://amandagomesodonto.blogspot.com/2011/05/blog-post_26.html
4 Vídeo legendado de Meiry Jane, turma odonto tarde
http://prontoodonto.blogspot.com/2011/05/projeto-genoma.html
5 Visita da APAE feita por Maria Eloisa, turma odonto noite
http://mariaeloisaodonto.blogspot.com/2011/05/ser-diferente-e-normal.html
6 Vídeo legendado de Loren Krsna, turma odonto 106.1
http://filhotedefauchard.blogspot.com/2011/05/video-sobre-replicacao-do-dna.html
7 Vídeo legendado de Rayssa Mendonça
http://rayssa-mendonca.blogspot.com/2011/05/gincana-de-genetica-item-6_22.html
8 Vídeo legendado de Layanna Leite, turma odonto tarde
http://layannaleite.blogspot.com/2011/05/vejam-ai-o-video-que-eu-fiz-falando-um.html
9 Visita da APAE feita por Geraldo Filho
http://odonto-bucal.blogspot.com/2011/05/apae-gincana-de-genetica.html
10 Vídeo legendado de Ivens Garcia
http://boutiquesdebarbieri.blogspot.com/2011/05/video-da-gincana-de-genetica-do-dna-ate.html
11 Vídeo legendado por Gabriela Correia
http://gabrielacorreiaodonto.blogspot.com/2011/05/video-legendado-item6_22.html
http://stefanye92.blogspot.com/2011/05/video-legenda-do-sobre-genetica_23.
2. Vídeo legendado de José Igor
http://igor-odont.blogspot.com/2011/05/blog-post.html
3 Vídeo legendado de Cícera Amanda
http://amandagomesodonto.blogspot.com/2011/05/blog-post_26.html
4 Vídeo legendado de Meiry Jane, turma odonto tarde
http://prontoodonto.blogspot.com/2011/05/projeto-genoma.html
5 Visita da APAE feita por Maria Eloisa, turma odonto noite
http://mariaeloisaodonto.blogspot.com/2011/05/ser-diferente-e-normal.html
6 Vídeo legendado de Loren Krsna, turma odonto 106.1
http://filhotedefauchard.blogspot.com/2011/05/video-sobre-replicacao-do-dna.html
7 Vídeo legendado de Rayssa Mendonça
http://rayssa-mendonca.blogspot.com/2011/05/gincana-de-genetica-item-6_22.html
8 Vídeo legendado de Layanna Leite, turma odonto tarde
http://layannaleite.blogspot.com/2011/05/vejam-ai-o-video-que-eu-fiz-falando-um.html
9 Visita da APAE feita por Geraldo Filho
http://odonto-bucal.blogspot.com/2011/05/apae-gincana-de-genetica.html
10 Vídeo legendado de Ivens Garcia
http://boutiquesdebarbieri.blogspot.com/2011/05/video-da-gincana-de-genetica-do-dna-ate.html
11 Vídeo legendado por Gabriela Correia
http://gabrielacorreiaodonto.blogspot.com/2011/05/video-legendado-item6_22.html
Visita à APAE
RELATÓRIO DE VISITA A APAE
A APAE Instituição Filantrópica conveniada com (o Governo do Eatado do Ceará, Municípios, Faculdade, Programas assistenciais e Voluntários) é subdividida em parte clínica e escola. A clínica atende crianças e jovens com necessidades especiais, prestando serviços como: fisioterapia, psicologia, e psiquiatria. A escola, possui um anexo no município de Barbalha, atuando no desenvolvimento e na alfabetização de crianças com necessidades de uma educação especializada ( diferenciada).
A Instituição subdivide-se ainda em centros culturais onde são desenvolvidas atividades artesanais e artística, possuindo também um grupo de dança “ Andança, pelos ritmos do Brasil ” o qual participa de festivais nacionais, as atividades são executadas pelas próprias crianças, por desenvolverem essas atividades extra-sala muitas delas passam dois turnos diários na APAE por não terem condições de acompanharem o ensino regular oferecido nas Escolas de Ensino Fundamental e do Ensino Médio. A APAE dispõe de três transportes para a locomoção dessas crianças de casa até a Instituição, tornando o acesso cada vez mais viável a esses serviços assistenciais.Parte da turma que fez a visita:
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| Apresentações dos alunos da APAE |
9º FICHAMENTO DA GINCANA- GENÉTICA!
BORTOLI. M.C. A genética e a peritagem racialista
Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Brasil
Universidade Federal do Rio Grande do Sul – Brasil
"A questão das políticas de ações afirmativas vem suscitando muitas controvérsias no meio político, jurídico, social e acadêmico, justamente por se tratar de um tema de natureza complexa. Diante de um contexto como esse, não raro podem aparecer situações onde uma certeza, sob argumentos contrários, pode tornar-se tão frágil que fica difícil imaginar como alguém possa algum dia tê-la considerado como uma certeza. Entretanto, as dificuldades inerentes à temática, antes de serem uma justificativa para uma paralisia, devem ser um estímulo para a discussão. E é isso que Marcos Chor Maio e Ricardo Ventura Santos procuraram fazer ao abordar de maneira hábil a questão envolvendo a política de cotas em universidade públicas, particularmente a utilização de "peritos" na UnB que teriam a missão de ser "os olhos e filtros cognitivos" da sociedade. (pág.1)
É importante lembrar também que as referências de que a genética poderia ter um papel prescritivo nesse tipo de assunto não tem partido de geneticistas, mas de várias pessoas de diferentes segmentos sociais, incluindo políticos. Isso se dá basicamente pelo fato de que a genética está tendo uma inserção cada vez maior na sociedade, seja através de exames de DNA, terapias das mais variadas, transgênicos, e até mesmo pela divulgação, através de órgãos de imprensa, dos resultados de estudos sobre ancestralidade genômica. Dessa forma, não é difícil imaginar a que (ou a quem) estava se referindo o presidente Lula (então candidato) quando indagado sobre a problemática de definir quem é negro no Brasil: "a verdade é que você tem forma científica para determinar quem é negro, quem é branco, quem é pardo, quem é amarelo, isso é plenamente possível, esse não seria o problema [para instituir as cotas]" (Fraga, citado por Maio e Santos).
Concluindo, a genética continuará fornecendo dados, como aqueles que mostram que as diferenças observadas entre as populações humanas em nível continental (africanos, europeus, etc.) são reflexo da nossa história evolutiva, já que estamos sujeitos às mesmas leis que regem a natureza e que moldam a vida em todas suas formas. Ou ainda, que no caso brasileiro a realidade que tem sido revelada é tão repleta de mestiçagem que existe um risco grande de alguém, baseado em características físicas, errar quando tentar identificar o nível de ancestralidade africana, indígena ou européia num determinado indivíduo, seja ele branco ou negro. Porém, felizmente, os geneticistas não levaram a sério o que o presidente sugeriu, pois a motivação de nossos estudos passa longe daquela aplicável para instrumentalizar práticas discriminatórias". (pág.2)
FONTE: SCIELO
8º FICHAMENTO DA GINCANA- GENÉTICA.
GONZALEZ.C.H. Aspectos genéticos do transtorno obsessivo-compulsivo
"Desde o início do século XX, os autores que descreveram o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) fizeram referências à importância da hereditariedade na etiologia da doença. Pierre Janet, na sua descrição sobre a "psicastenia" em 1903,1 observou uma freqüência de 28% de psicastenia entre os genitores dos pacientes. Vários autores se dedicaram ao estudo dos aspectos genéticos do TOC e, em sua maioria, observaram que o transtorno se agrega em famílias.2
Estudos de gêmeos
O método de estudo de gêmeos consiste em comparar o número de pares de gêmeos monozigóticos (MZ) em que os dois indivíduos são afetados pela mesma doença com o número de pares de gêmeos dizigóticos (DZ) em que os dois indivíduos são afetados.
Estudos de famílias
Vários estudos de famílias com casos de TOC realizados a partir de 19302 concluíram que a sintomatologia obsessivo-compulsiva é familial. Entretanto, os resultados são controversos. Enquanto em alguns estudos a freqüência de TOC entre os parentes de primeiro grau de pacientes com TOC foi de 35%,5 em outros,6,7 não se observou aumento na freqüência de TOC entre os familiares dos pacientes. A comparação entre esses estudos é difícil, e a interpretação dos resultados deve ser cuidadosa devido aos diferentes critérios diagnósticos e metodologias utilizados.
Estudos de análise de segregação
Nos estudos de análise de segregação, famílias de pacientes com uma doença são estudadas para se entender como esta doença se transmite de uma geração para outra. O modo de transmissão da doença num determinado grupo de famílias é estudado e é comparado com modelos teóricos para se saber qual o modelo que melhor se ajusta aos dados obtidos.
Estudos de associação
Nos estudos de associação, observa-se a freqüência de um gene ou de um determinado polimorfismo no grupo de afetados e compara-se com um grupo de controles não-afetados. Genes de receptores serotonérgicos e dopaminérgicos têm sido investigados, uma vez que esses neurotransmissores são os que apresentam uma provável implicação na fisiopatologia do TOC.
A maior parte dos estudos de gêmeos e de famílias apóia a hipótese de que o TOC é familiar e que fatores genéticos são importantes na expressão do transtorno. Estudos de análise de segregação sugerem o possível envolvimento de um gene de efeito maior na susceptibilidade ao TOC. Nos últimos anos, vários estudos moleculares têm sido realizados para se tentar identificar um gene envolvido na etiologia do transtorno. Até o momento, poucos são os achados positivos, e mais avanços são necessários para um melhor entendimento da contribuição de fatores genéticos na patogênese da doença". (pág.6).
FONTE: SCIELO
7º FICHAMENTO DA GINCANA- GENÉTICA!
Meira Lima I.V; Sougey E.B; Vallada Filho, H.P
Genética dos transtornos afetivos
Rev. psiquiatr. clín. vol.31 no.1 São Paulo 2004
"Os autores revisam neste artigo o conjunto de evidências genético-epidemiológicas que indicam a presença de fatores genéticos na vulnerabilidade para os transtornos afetivos. Apresentam também os dados obtidos até o momento, através de estratégias de genética molecular na busca de genes de susceptibilidade para o transtorno afetivo bipolar e para a depressão.
As doenças afetivas constituem síndromes caracterizadas por alterações patológicas do humor que pode variar desde uma extrema elação ou euforia até uma grave depressão ou disforia. Tais síndromes, particularmente aquelas caracterizadas por depressão, são bastante comuns e determinam importante prejuízo à sociedade, inclusive por associarem-se com elevadas taxas de suicídio. A busca das bases etiológicas e fisiopatológicas dessas perturbações afetivas, visando à validação dos atuais constructos diagnósticos e à elaboração de estratégias terapêuticas e profiláticas mais efetivas, deve contemplar evidências clínicas disponíveis que apontam para o componente familiar como um dos principais fatores de risco para o aparecimento desses quadros (Goodwin e Jaminson, 1990). (pág.1).
Um consistente conjunto de evidências indica a existência de fatores genéticos na suscetibilidade para as doenças afetivas. Os dados disponíveis no momento não identificam de modo inequívoco nenhum gene de vulnerabilidade, mas a velocidade com que surgem novas tecnologias e abordagens na área de genética molecular apontam que, provavelmente nos próximos anos, alguns dos genes relacionados à vulnerabilidade para a depressão e para o transtorno afetivo bipolar serão identificados. Muito provavelmente, essa identificação também propiciará uma revolução na prática clínica com os benefícios advindos da elucidação das vias bioquímicas relacionadas à patogênese dessas doenças afetivas". (pág.7).
6º FICHAMENTO DA GINCANA- GENÉTICA.
Cruz R. M, Oliveira S.F
Análise genética de problemas craniofaciais –revisão da literatura e diretrizes para investigações clínico-laboratoriais
" As características morfológicas definidas pelo processo de crescimento e desenvolvimento craniofacial são, na sua grande maioria, dependentes de componentes genéticos e ambientais. A importância de cada um desses componentes é variável,
dependendo da característica em questão, sendo que a influência genética pode ser mais importante para algumas, enquanto a ambiental para outras.
Cada vez mais se descobre que os genes têm papel fundamental na etiologia dos
problemas craniofaciais, no entanto, o conhecimento das bases da genética humana ainda está muito distante da prática diária do cirurgião-dentista clínico. (pág.133).
Os genes são regiões genômicas relacionadas, dentre outras funções, com a síntese de produtos protéicos. A região cromossômica onde se localiza um dado gene define um locus gênico, sendo que um conjunto de locus é denominado loci gênicos. As enzimas, por exemplo, podem ser produtos diretos da ação gênica. Em muitos casos, um único gene é responsável pela seqüência de aminoácidos de uma dada enzima, o que define a estrutura e, conseqüentemente, a atividade da mesma. Cada aminoácido é definido por códons, que são seqüências específicas de três nucleotídeos dentre os quatro existentes (adenina, timina, guanina e citosina). O paralelismo entre os códons e os aminoácidos incorporados à proteína foi reconhecido na década de 60 e denominado de código genético. Substituições de nucleotídeos em regiões codificadoras do DNA levam ao surgimento de alelos, responsáveis pela variabilidade na seqüência de aminoácidos na enzima, o que pode levar a alterações na função da mesma, tendo como conseqüência, em alguns casos, o surgimento de doenças monogênicas.(pág.134)
Dessa forma, alguns autores advogam que o complexo craniofacial apresenta um potencial intrínseco de crescimento, mas é suscetível a condições biomecânicas ambientais5,12,13,25. É altamente provável que em pacientes que apresentem distúrbios no processo normal de crescimento e desenvolvimento craniofacial, estas condições possam ser precipitadas pela herança de genes que predisponham àquela morfologia craniofacial alterada. Ainda falta muito para que os mecanismos genéticos que envolvem o desenvolvimento dos distúrbios no processo craniofacial sejam totalmente esclarecidos, mas é fundamental que o cirurgião dentista comece a se familiarizar com a nomenclatura específica da área e conheça os conceitos e princípios gerais que norteiam as novas técnicas laboratoriais de análises genéticas". (pág.139)
FONTE: SCIELO
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